
Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar em casa de uns amigos. A morada é nova, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe então que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
Mas ele ainda quer saber:
-Se tinhas tanta certeza de que eu estava a ir pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais...
E ela diz:
-Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite.
MORAL DA HISTÓRIA
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho.
Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para
demonstrar que temos razão, independentemente de a termos ou não.
Recebido através de e-mail: Nuno Freitas
Hummm...
Desde que li esta história tenho-me perguntado com mais frequência:"Quero ser feliz ou ter razão?" Hoje sei e tenho toda certeza do mundo... QUERO SER FELIZ!!! Ter razão não é o mais importante.
Ah! ... e outro pensamento parecido, diz o seguinte:
"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam."